12 anos depois

12 Anos Depois

Volto a publicar outro livro quando pensava que ao publicar o primeiro seria o único. Depois apareceu o segundo, o terceiro e o quarto, para encontrar novamente aquela vontade de dar continuidade ao meu prazer de escrever esta quinta obra, regressando às minhas raízes, onde utilizo a veia artística que me permite contar episódios que penso serem cativantes.

Se alguns são fruto da minha imaginação e criatividade misturadas com a realidade, outros são bem verdadeiros e vividos por mim.

Mas gosto de escrever porque me ajuda a manter o cérebro activo, a pensar, e também a concatenar as minhas ideias para continuar a poder publicar livros.

A escrita para mim funciona como vitaminas para uma saúde mental saudável. Igualmente serão vitaminas para aqueles que gostam de ler, porque escrever para não ser lido é como saltar de um avião lá nas alturas sem usarmos um pára-quedas.

Um livro é sinónimo de cultura e sabedoria, de quem escreve e de quem lê. Sem qualquer dúvida!

Ler um livro ajuda a não estarmos sozinhos e, por vezes, até mergulhamos nas próprias histórias de tal modo, que nos sentimos os verdadeiros heróis de cada conto.

Ora, há que dizê-lo, e porque não, que um livro pode ser um dos nossos melhores amigos que descansa ao nosso lado, pousado na mesinha de cabeceira, ao lado do sofá, até transportado sob uma axila para nos acompanhar nas caminhadas ao café, a um banco de um jardim, enfim… até podemos morrer e levá-lo connosco na urna.

Que mente mais perversa, Vitinha!

O romance ou história “12 Anos Depois”, pelo que vão ler, leva-os de certeza – àqueles que calcaram os terrenos quentes de África – a vivenciarem cenas que ocorreram no tempo, ou mesmo viverem mentalmente às minhas costas situações que estavam esquecidas, mas que teimam em manter-se vivas e presentes, se forem relembradas.

O inconsciente é um lugar onde reside tudo o que foi recalcado ou de alguma outra forma suprimido ou clivado da consciência.

Este livro vai ser diferente, ao juntar outros capítulos que diferenciam esta obra em outros temas, baseado em histórias passadas nas tropas pára-quedistas, mas também ao dar algum seguimento ao último livro que publiquei – GNR Contra Tudo e Contra Todos – igualmente para terem conhecimento de como eram feitas as escoltas e a segurança de muitos dos nossos mais ilustres indivíduos da sociedade, e o comportamento deles para connosco.

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